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CRIANÇAS E ADOLESCENTES


ADOLESCENCIA - VIOLÊNCIA E AGRESSÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

A agressividade juvenil é um tema da atualidade e está relacionada às ações das gangues, dos franco-atiradores de escolas, dos queimadores de mendigos, dos homicidas de grupos étnicos e dos juvenis que agridem as próprias famílias.
Não devemos acreditar que a violência infanto-juvenil restringe-se aos internos da FEBEM ou às classes menos favorecidas da sociedade. Existe uma população de delinqüentes em outras classes sociais mais protegidas, seja pelos muros dos condomínios de luxo, seja por estatutos sociais não-escritos que zelam dos "bons hábitos familiares", enfim, existe uma população de delinqüentes que raramente é punida e cujos atos nunca chegam aos nossos ouvidos.
Os adolescentes e jovens que se destacam pela hostilidade exagerada, podem ter um histórico de condutas agressivas que remonta a idades muito mais precoces, como no período pré-escolar, por exemplo, quando os avós, pais e "amigos" achavam que era apenas um "excesso de energia" ou uma travessura própria da infância.

A conduta agressiva entre os pré-escolares e escolares é influenciada por fatores individuais, familiares e ambientais. Entre os fatores individuais encontramos a questão do temperamento, do sexo, da condição biológica e da condição cognitiva.
A família influi através do vínculo, do contexto interacional (das interações entre seus membros), da eventual psicopatologia e/ou desajuste dos pais e do modelo educacional doméstico. A televisão, os videogames, a escola e a situação sócio-econômica podem ser os elementos ambientais relacionados à conduta agressiva. Embora esses três fatores (individuais, familiares e ambientais) sejam inegavelmente influentes, eles não atingem todas as pessoas por igual e nem submete todos à mesma situação de risco.
Texto extraído do site:
http://sites.uol.com.br/gballone/infantil

DICAS:
Se em sua casa estiver ocorrendo muitas brigas, envolvendo agressões físicas ou verbais entre os membros da família, procure uma pessoa de fora para conversar e desabafar, como por exemplo: um terapeuta, um padre ou algum amigo de confiança.... Talvez ele possa ajudá-lo.
Se estiver se sentindo muito nervoso ou ficando irritado por qualquer motivo, procure fazer algo que goste. Aí vão algumas dicas que podem ajudá-lo: fazer algum esporte, ver televisão, sair para caminhar, conversar com um amigo, dançar, ou alguma outra coisa que o faça sentir-se mais aliviado.
Procure não se isolar ou usar algum tipo de droga ou bebida alcoólica para relaxar, pois com certeza isso só irá piorar em vez de ajudar. Pense nisso!!!

Edilaine Moraes

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